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Autor Tópico: Diáconos, presbíteros e bispos  (Lida 5452 vezes)
Jean Felix
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« : Setembro 16, 2011, 08:30:12 »

Qual a diferença entre diáconos, presbíteros e bispos? Há uma hierarquia entre os dois primeiros, mas e entre os dois últimos?

A igreja católica reconhece a hierarquia diácono > presbítero (padre) > bispo e a igreja Assembléia de Deus também tem uma escala hierárquica (obreiro > diácono > presbítero > pastor [não sei se há bispos na Assembléia de Deus]). Isso está de acordo com a doutrina mostrada nas Escrituras?
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« Responder #1 : Setembro 16, 2011, 09:29:16 »

Qual a diferença entre diáconos, presbíteros e bispos? Há uma hierarquia entre os dois primeiros, mas e entre os dois últimos?

A igreja católica reconhece a hierarquia diácono > presbítero (padre) > bispo e a igreja Assembléia de Deus também tem uma escala hierárquica (obreiro > diácono > presbítero > pastor [não sei se há bispos na Assembléia de Deus]). Isso está de acordo com a doutrina mostrada nas Escrituras?

A Escritura não faz distinção entre bispos, presbiteros e pastores. (At. 20.17,28)

Já o ofício diaconal, se difere dos primeiros por pegarem no pesado!! rsrsrs

Se Atos 6 se referir realmente a instituição do ofício diaconal, parece que estes administravam as finanças da igreja (servir as mesas, não é administrar os elementos da ceia), mas distribuir o necessário entre aqueles que necessitavam. Além de algumas atribuições que hoje cabem apenas aos pastores, e que alguns atribuem apenas aos apóstolos, pois atuavam como missionários, batizavam, operavam maravilhas.
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« Responder #2 : Setembro 16, 2011, 09:35:18 »

Em tempo, nas AD a hierarquia é a seguinte:

Porteiro (hoje em algumas convenções, este trabalho é feito pelos "auxiliares de trabalho")

Auxiliar de Trabalho (antigo "obreiro")

Diácono (administram os elementos da ceia, e zelam da igreja, podem receber outras atribuições dependendo da capacidade, como por exemplo dirigir EBDs, dirigir "pontos de pregação", e na ausência de algum superior dirige os cultos)

Presbitero (geralmente diringem congregações nos bairros (no interior) nas capitais auxiliam os pastores das congregações na administração das mesmas)

Evangelista (é um quase pastor, divide as atribuições de presbítero, com algumas atribuições pastorais)

Pastor (dirige uma região, ou congregação nas capitais, na AD só existe um PASTOR, "o presidente", todos os demais são pastores "auxiliares", apesar de não serem tratados assim)
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« Responder #3 : Setembro 16, 2011, 10:17:12 »

Em tempo, nas AD a hierarquia é a seguinte:

Porteiro (hoje em algumas convenções, este trabalho é feito pelos "auxiliares de trabalho")

Auxiliar de Trabalho (antigo "obreiro")

Diácono (administram os elementos da ceia, e zelam da igreja, podem receber outras atribuições dependendo da capacidade, como por exemplo dirigir EBDs, dirigir "pontos de pregação", e na ausência de algum superior dirige os cultos)

Presbitero (geralmente diringem congregações nos bairros (no interior) nas capitais auxiliam os pastores das congregações na administração das mesmas)

Evangelista (é um quase pastor, divide as atribuições de presbítero, com algumas atribuições pastorais)

Pastor (dirige uma região, ou congregação nas capitais, na AD só existe um PASTOR, "o presidente", todos os demais são pastores "auxiliares", apesar de não serem tratados assim)

Mas esse Pastor Presidente é tipo um "Arcebispo", não? Nas igrejas presbiterianas existe algo assim? Eu ouvi falar que os batistas não aceitam esse tipo de pastor sobre os outros pastores.

O que eu entendi pelo que você falou é que bispo = pastor = presbítero. A distinção da Assembléia de Deus se baseia em que?
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« Responder #4 : Setembro 16, 2011, 10:44:27 »

Mas esse Pastor Presidente é tipo um "Arcebispo", não? Nas igrejas presbiterianas existe algo assim? Eu ouvi falar que os batistas não aceitam esse tipo de pastor sobre os outros pastores.

Em algumas convenções está mais para PAPA, afinal o cargo é vitalício!!

Nas presbiterianas, no contexto local existem os presbiteros governantes, presbiteros docentes (pastores), e o corpo diaconal; no contexto regional existem os sinodos; e no contexto nacional o supremo concilio. ( http://executivaipb.wordpress.com/funcionamento-do-supremo-concilio-e-sua-comissao-executiva/ )

Nas batistas a igreja local possui completa autonomia, tanto para eleger como para demitir seus pastores, mas sempre estão ligadas a uma convenção que define com maior ou menor precisão a linha teologica da igrea local, mas não possui nenhum poder decisório sobre esta, e os membros possuem participação ativa nas decisões locais.

Citar
O que eu entendi pelo que você falou é que bispo = pastor = presbítero. A distinção da Assembléia de Deus se baseia em que?


No caso da AD, em uma má interpretação da Escritura, muito embora muitos pastores/teólogos assembleianos reconheçam que essa distinção é inexistente nas Escrituras, a maioria se aproveita da ignorância biblica dos membros da Igreja, bem como da acomodação dos oficiais. Afinal se levantar contra o "ungido", é sinal de rebelião, e se alguém de baixa hierarquia se levantar, certamente vai cair.
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« Responder #5 : Setembro 16, 2011, 11:43:18 »

Obrigado pelos esclarecimentos.

Dia 14 de outubro eu vou me casar - a propósito, você mora bem pertinho, está convidado Sorridente - e o pastor da minha congregação já falou que quer os recém-casados (houve um casamento em setembro, o meu em outubro e haverá outro em novembro) sejam auxiliares de trabalho.

Ele falou uma vez, ao designar alguns irmãos para o diaconato que não se unge diácono, apenas se consagra, só se unge de presbítero acima. Nesse caso, a "unção" é literal, uma vez que derramam um azeite de oliva sobre a cabeça dos pastores e presbíteros. Aí, isso ficou na minha cabeça, sobre a hierarquia que algumas igrejas têm, incluindo a minha congregação, que apesar de ser um pouco mais liberal - e nem sempre no bom sentido - guarda algumas "doutrinas" da Assembléia de Deus - como no caso da ordenação de diáconos, presbíteros e pastores. Sendo que a esposa do pastor foi "ungida" "pastora" por um pastor - agora "apóstolo" - gedozista.

Grande é meu desespero!!!
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« Responder #6 : Setembro 16, 2011, 11:50:58 »

Obrigado pelos esclarecimentos.

Dia 14 de outubro eu vou me casar - a propósito, você mora bem pertinho, está convidado Sorridente - e o pastor da minha congregação já falou que quer os recém-casados (houve um casamento em setembro, o meu em outubro e haverá outro em novembro) sejam auxiliares de trabalho.

Ele falou uma vez, ao designar alguns irmãos para o diaconato que não se unge diácono, apenas se consagra, só se unge de presbítero acima. Nesse caso, a "unção" é literal, uma vez que derramam um azeite de oliva sobre a cabeça dos pastores e presbíteros. Aí, isso ficou na minha cabeça, sobre a hierarquia que algumas igrejas têm, incluindo a minha congregação, que apesar de ser um pouco mais liberal - e nem sempre no bom sentido - guarda algumas "doutrinas" da Assembléia de Deus - como no caso da ordenação de diáconos, presbíteros e pastores. Sendo que a esposa do pastor foi "ungida" "pastora" por um pastor - agora "apóstolo" - gedozista.

Grande é meu desespero!!!

A idéia de unção com óleo, apesar de ser utilizada em muitas igrejas, é extraída do AT, quando se ungia sacerdotes, reis e profetas (alguns destes não eram ungidos). Na Igreja cristão não existia este ato originalmente foi instituido depois. Tanto pastores, como diaconos, como apostolos eram simplesmente "consagrados" mediante a imposição de mãos do presbitério.

Quanto a questão da hierarquia, "desbitola" disso, é besteira. Afinal devemos obedecer nossos pastores, é uma ordem bíblica. Também devemos entender a questão de ordenação, não é sucessão apostólica (como aparentemente entendem alguns lideres evangélicos), se assim fosse, a igreja protestante tava ferrada!! Pois todos os sacerdotes ordenados pelo Papa, foram excomungados.  Língua
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« Responder #7 : Setembro 16, 2011, 12:07:30 »

Obrigado pelos esclarecimentos.

Dia 14 de outubro eu vou me casar - a propósito, você mora bem pertinho, está convidado Sorridente - e o pastor da minha congregação já falou que quer os recém-casados (houve um casamento em setembro, o meu em outubro e haverá outro em novembro) sejam auxiliares de trabalho.

Ele falou uma vez, ao designar alguns irmãos para o diaconato que não se unge diácono, apenas se consagra, só se unge de presbítero acima. Nesse caso, a "unção" é literal, uma vez que derramam um azeite de oliva sobre a cabeça dos pastores e presbíteros. Aí, isso ficou na minha cabeça, sobre a hierarquia que algumas igrejas têm, incluindo a minha congregação, que apesar de ser um pouco mais liberal - e nem sempre no bom sentido - guarda algumas "doutrinas" da Assembléia de Deus - como no caso da ordenação de diáconos, presbíteros e pastores. Sendo que a esposa do pastor foi "ungida" "pastora" por um pastor - agora "apóstolo" - gedozista.

Grande é meu desespero!!!

A idéia de unção com óleo, apesar de ser utilizada em muitas igrejas, é extraída do AT, quando se ungia sacerdotes, reis e profetas (alguns destes não eram ungidos). Na Igreja cristão não existia este ato originalmente foi instituido depois. Tanto pastores, como diaconos, como apostolos eram simplesmente "consagrados" mediante a imposição de mãos do presbitério.

Quanto a questão da hierarquia, "desbitola" disso, é besteira. Afinal devemos obedecer nossos pastores, é uma ordem bíblica. Também devemos entender a questão de ordenação, não é sucessão apostólica (como aparentemente entendem alguns lideres evangélicos), se assim fosse, a igreja protestante tava ferrada!! Pois todos os sacerdotes ordenados pelo Papa, foram excomungados.  Língua

Explica isso de sucessão vs. ordenação, por favor.
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« Responder #8 : Setembro 16, 2011, 12:50:14 »

Explica isso de sucessão vs. ordenação, por favor.

Primeiro, toda sucessão implica em ordenação, mas nem toda ordenação procede desta.

A idéia por tras da sucessão, é a de que uma força (unção) especial está sobre determinadas pessoas, e que elas podem passar adiante esse poder, como uma partilha ou transferencia. A ideia de ordenação, como vista pela maioria, é a de que esta procede daquele que foi autorizado em primeiro lugar, ou que está em posição de primazia no momento, é o caso de que a autoridade ordenatória reside ou em um homem, ou na igreja.

No NT (e esta é minha interpretação do significado), vejo que não é assim que as coisas acontecem, a ordenação se dava basicamente pelo reconhecimento da capacidade individual em cumprir o papel proposto pelo oficio designado. Para isso era necessário algumas prerrogativas, conforme as instruções de Paulo nas epistolas a Timoteo e Tito.

Notemos que na instituição dos diáconos (diaconos??), os apóstolos colocaram sobre a igreja a escolha daqueles, dando apenas instruções de como esses homens deveriam ser, o resto ficou por conta da igreja que reconheceu nestes a capacidade necessária para cumprir o papel.

Já Paulo diz a Tito que o motivo de te-lo deixado em Creta, foi o de ordenar presbiteros, para isso Paulo deu instruções claras de como estes homens deveriam ser. Não é um poder transmitido, mas uma vocação (ou dom) reconhecido. Infelizmente a institucionalização da igreja, impoe barreiras quanto a este reconhecimento, pois sabemos que muitas vezes não é uma questão de vocação, mas de conveni?ncia, mas deixemos isso para lá.
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« Responder #9 : Outubro 15, 2012, 04:56:54 »

Ressuscitando este tópico pra não criar outro, porque o assunto se encaixa realmente no mesmo tópico.

O que os irmãos acham do uso das "vestes litúrgicas" ou "vestes clericais", tais como a túnica, a estola, o clergyman (ou camisa clerical), etc.? Pode um pastor fazer uso destes símbolos? E pra que eles servem? São recomendados?
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« Responder #10 : Outubro 15, 2012, 06:48:20 »

Ressuscitando este tópico pra não criar outro, porque o assunto se encaixa realmente no mesmo tópico.

O que os irmãos acham do uso das "vestes litúrgicas" ou "vestes clericais", tais como a túnica, a estola, o clergyman (ou camisa clerical), etc.? Pode um pastor fazer uso destes símbolos? E pra que eles servem? São recomendados?
Eu não vejo com bons olhos o uso de vestes litúrgicas, clericais ou qualquer espécie de vestimenta que o destaque em meio a congregação.
Entendo que isso seja herança da ICAR, onde o padre é visto como um sacerdote, separado do povo, uma espécie de intercessor entre o povo e Deus.
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« Responder #11 : Outubro 16, 2012, 03:07:31 »

Obrigado pela resposta, Sidinei

Realmente, onde o uso de vestes litúrgicas é defendido, confessa-se a distinção entre clérigo e leigo, e o uso das vestes é realmente um meio de se distinguir o sacerdote do resto do povo. Ao que parece, tanto Calvino quanto Lutero defendiam essa distinção. Procede?
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« Responder #12 : Outubro 16, 2012, 06:30:08 »

Obrigado pela resposta, Sidinei

Realmente, onde o uso de vestes litúrgicas é defendido, confessa-se a distinção entre clérigo e leigo, e o uso das vestes é realmente um meio de se distinguir o sacerdote do resto do povo. Ao que parece, tanto Calvino quanto Lutero defendiam essa distinção. Procede?
Com relação a Calvino e Lutero eu não tenho certeza, mas os Puritanos em sua maioria eram ferrenhamente contra o uso de tais vestes.
Nesse assunto eu fico com eles.

Quanto a Calvino, eu li em algum lugar que a roupa preta que ele usava não tinha o objetivo de diferenciá-lo do povo e sim era uma roupa comum usada por causa do frio.
Não sei onde li isso, por isso posso estar errado quanto a Calvino.
Mas vou fazer uma pesquisa.
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« Responder #13 : Outubro 19, 2012, 09:58:27 »

Outra coisa que me lembrei: o uso de paletó e gravata pelos pastores não é um tipo de veste litúrgica? Existe a afirmação de que "bombeiros e policiais usam uniforme para simbolizar sua profissão", mas a Bíblia não aponta para este tipo de distinção.
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« Responder #14 : Outubro 19, 2012, 10:32:37 »

Ressuscitando este tópico pra não criar outro, porque o assunto se encaixa realmente no mesmo tópico.

O que os irmãos acham do uso das "vestes litúrgicas" ou "vestes clericais", tais como a túnica, a estola, o clergyman (ou camisa clerical), etc.? Pode um pastor fazer uso destes símbolos? E pra que eles servem? São recomendados?

Quando visitamos (eu e minha esposa) a Presbiteriana pela primeira vez, ela estranhou o uso do colar clerical por parte do pastor. Da última vez quevisitamos, ela estranhou o uso da toga!! hehehehe

Veste liturgica é pompa! Não é algo necessário, pois não transmite poder ou qualquer outra coisa, sendo apenas uma conveniência cultural. Quando a tradição transforma isso numa necessidade, se torna "idolatria"!! Servindo apenas para impressionar os "leigos"!!

Outra coisa que me lembrei: o uso de paletó e gravata pelos pastores não é um tipo de veste litúrgica? Existe a afirmação de que "bombeiros e policiais usam uniforme para simbolizar sua profissão", mas a Bíblia não aponta para este tipo de distinção.

Vamos por partes, lembremos que nossa igreja "protestante" é fruto do trabalho de americanos, que lá tinham por hábito vestirem-se com paletós e gravatas devido até mesmo ao clima local. Trouxeram este costume para o Brasil, onde o clima não favorece tanto, principalmente no NE. O problema é que  muitos transformaram isso numa "estola sacerdotal" transmissora de unção, vide o costume neopenteca de passar o paletó sobre as pessoas, ninguém passa uma "polo", hehehe.

Eu particularmente não gosto muito de ir a igreja de paletó, é muito quente! Mas é interessante se você compreende que esta é a sua melhor roupa, e a mais "reverente" se podemos assim dizer! Para muitos dos pentecostais, é quase pecado mortal subir ao pulpito sem o dito cujo! Mas roupa é sempre uma questão cultural.
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