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Autor Tópico: BÍBLIA DE JERUSALÉM - A Bíblia preferida pelos acadêmicos  (Lida 31884 vezes)
Ednaldo
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"Apenas barro nas mãos do oleiro"


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« : Maio 07, 2010, 04:19:37 »

Estava "passeando" pela ERDOS quando me deparei com a expressão usada no título deste tópico.

Também encontrei isso na descrição da Bíblia de Jerusalém -> http://www.erdos.com.br/detalhe_pro2.php?id=4857

"


Bíblia de Jerusalém - Capa Dura

Nova Edição, Revista e Ampliada
Paulus Editora

14 x 21 cm
   2.208 páginas
0.000 g    Capa Dura
ISBN 9788534919777
 
Preço Normal    R$ 62,00

Preço Promocional    R$ 49,60
 
MAIS DETALHES

Bíblia de Jerusalém apresenta um TEXTO com muitas revisões e novas opções textuais. Certos livros (Miquéias, Eclesiástico, p. ex.) foram substancialmente remodelados. No Antigo Testamento há considerável volta ao texto hebraico, deixando de lado versões preferidas anteriormente. Certos textos do Novo Testamento também trazem uma tradução inteiramente nova (cf. p. ex. Filipenses 2,6-11).
 
Como conseqüência das novas opções de tradução do texto, as NOTAS também foram modificadas, ampliadas ou substituídas. O volume de notas aumentou consideravelmente.
 
É visível a incorporação das novas pesquisas e estudos posteriores à edição do texto francês em 1973. As INTRODUÇÕES apresentam novas opções que também estão refletidas nas notas. Isso se verifica principalmente na visão da formação do Pentateuco. O evangelho de João, p. ex., mostra uma virada hermenêutica total, que se pode constatar tanto na introdução como nas notas. Vários livros e conjuntos literários receberam novas introduções, completamente diferentes das anteriores (p. ex.: Cântico, Sinóticos, João, Hebreus etc.).

Bíblia de Jerusalém

A Bíblia de Jerusalém é a edição brasileira (1981, com revisão e atualização na edição de 2002) da edição francesa Bible de Jérusalem, que é assim chamada por ser fruto de estudos feitos pela Escola Bíblica de Jerusalém, em francês: École Biblique de Jérusalem. De acordo com os informativos da Paulus Editora, a edição revista e ampliada inclui as mais recentes atribuições das ciências bíblicas. A tradução segue rigorosamente os originais, com a vantagem das introduções e notas científicas.

Essas notas diferenciais em relação às outras traduções prestam-se a ajudar o leitor nas referências geográficas, históricas, literárias, etc. Suas introduções, notas, referências marginais, mapas e cronologia — traduções de material elaborado pela Escola Bíblica de Jerusalém — fazem dela uma ferramenta útil como livro de consulta, para quem precisa usar passagens bíblicas como referência literária ou de citações.

Se para os cristãos e parte dos judeus a Bíblia foi escrita por homens sob inspiração divina, para um não-cristão, um ateu ou um agnóstico, a Bíblia pode servir como referência literária, já que se trata de um dos mais antigos conjuntos de livros da civilização.


Traduções da Escola Bíblica de Jerusalém

A Escola Bíblica de Jerusalém é o mais antigo centro de pesquisa bíblica e arqueológica da Terra Santa. Foi fundada em 1890 pelo Padre Marie-Joseph Lagrange (1855-1938) sobre terras do convento dominicano de St-Étienne à Jérusalem, convento fundado em 1882 sob o nome original de Escola Prática de Estudos Bíblicos, título que sublinhava sua especificidade metodológica.

Quase sessenta anos depois, em 1956, foi publicada pela primeira vez, em francês, em um só volume, a Bíblia da Escola de Jerusalém, contemplando uma tradução que levava em consideração o progresso das ciências. Para tanto, foram convidados para a colaboração os mais diversos pesquisadores: historiadores, arqueólogos, lexicógrafos, lingüistas, teólogos, exegetas, cientistas sociais, geógrafos e cartógrafos. Atribui-se que foi a diversidade de colaboradoras que garantiu traduções acuradas, em temas que cada qual conhecida com profundidade. Mas, em contrapartida, a Bíblia não tinha homogeneidade de texto. Cada qual escrevia no seu estilo.

A próxima etapa, portanto, foi empreender esforços na harmonização do texto, trabalho terminado quase duas décadas depois, em 1973, quando se publicou uma edição revisada, aí então já sob o título Bible de Jérusalem, cuja primeira edição no Brasil chamou-se Bíblia de Jerusalém (1981, Paulus Editora). A revisão francesa, de 1998, acabou gerando a nova edição brasileira (Nova Bíblia de Jerusalém), revista e atualizada, pela mesma Paulus Editora, em 2002. Nesta tradução dos originais para a língua portuguesa, também colaboraram exegetas católicos e protestantes.


Contextualização

Os exegetas apontam que o grande diferencial da Bíblia de Jerusalém é que, além da tradução dos originais do hebraico, aramaico e grego, existe a contextualização histórica, dentro do ambiente físico, ambiental e cultural relativo à época em que cada livro foi escrito. Trata-se de uma obra que representara a união do monumento e do documento, de acordo com Lagrange, criador da Escola Bíblica de Jerusalém, unindo assim a arqueologia, a crítica histórica e a exegese dos textos.

A Bíblia de Jerusalém é considerada atualmente, pela maioria dos lingüistas, como um das melhores bíblias de estudo, aplicável não apenas ao trabalho de teólogos, religiosos e fiéis, mas também para tradutores, pesquisadores, jornalistas e cientistas sociais, independente de serem católicos, protestantes, ortodoxos ou judeus, ou mesmo de qualquer outra religião ou crença.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre."

Pergunto: Essa versão é mesmo tão boa assim ou é propaganda enganosa?

E o que são essas novas opções de tradução?
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« Responder #1 : Maio 07, 2010, 05:30:41 »

Ednaldo,

Sem dúvida, a BJ é a preferida pelos acadêmicos ecumenicistas. Aliás, a própria BJ é uma tradução ecumênica. Parte de seus tradutores era protestante.

Por exemplo, o tradutor de Levítico, Números e Josué, Samuel Martins Barbosa, foi pastor da IPB, tendo passado posteriormente para a IPUB (http://www.mackenzie.com.br/10188.html).

O tradutor de Juízes, 1 e 2 Samuel, Marcos e Tito, Jorge César Mota, foi pastor da IPB e capelão do Mackenzie (http://www.ultimato.com.br/?pg=show_artigos&artigo=252&secMestre=194&sec=213&num_edicao=275).

Isaac Nicolau Salum (tradutor de Efésios, Filipenses e Colossenses) foi hinólogo e professor do  Instituto José Manuel da Conceição, mantido pela IPB e IPI até 1969 (http://jmc.org.br/sono.htm).

A única vantagem real da BJ sobre as versões protestantes atuais é que em relação às Escrituras hebraicas ela usa uma forma de transliteração do nome divino (Iahweh), algo superior à transposição da prática farisaica às versões bíblicas modernas dos protestantes. (A insistência do uso do título SENHOR quase 7 mil vezes em lugar do Nome divino.)

Em relação às Escrituras gregas, ela evidentemente usa o TC (Texto Crítico).

As aclamadas introduções e notas explicativas da BJ seguem os princípios da teologia liberal com todas as suas teorias e pressupostos.

Como não disponho mais da primeira edição, não posso comparar os textos assinalados. Mesmo assim, trasncreverei o texto de Filipenses (da segunda edição):

6Ele, estando na forma de Deus
não usou de seu direito de ser tratado como um deus
7mas se despojou,
tomando a forma de escravo.
Tornando-se semelhante aos homens
e reconhecido em seu aspecto como um homem
8abaixou-se,
tornando-se obediente até a morte,
à morte sobre uma cruz.
9Por isso Deus soberanamente o elevou
e lhe conferiu o nome que está acima de todo nome,
10a fim de que ao nome de Jesus todo joelho se dobre
nos céus, sobre a terra e sob a terra,
11e que toda língua proclame que o Senhor é Jesus Cristo
para a glória de Deus Pai.

Tenho o tradução da BJ no mesmo nível das Almeidas do TC e da NVI, com exceção das notas explicativas, introduções e demais ajudas.

Abraço.  
« Última modificação: Maio 07, 2010, 05:50:03 por Portella » Registrado
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« Responder #2 : Maio 08, 2010, 09:21:07 »

Obrigado Portella!  Piscar
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