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31 de dezembro de 2011

Reforma e Reavivamento

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Escrito por: Francis Schaeffer

A igreja em nossa geração precisa de reforma, reavivamento e revolução construtiva.

Às vezes os homens pensam nas duas palavras – reforma e reavivamento – como se estivessem em contraste uma com a outra, mas isto é um erro. Ambas as palavras são relacionadas à palavra restaurar.

Reforma refere-se a uma restauração à doutrina pura; reavivamento refere-se a uma restauração na vida do cristão. Reforma fala de um retorno aos ensinos da Bíblia; reavivamento fala de uma vida levada à sua relação apropriada com o Espírito Santo.

Os grandes momentos da História da igreja vieram quando estas duas restaurações entraram simultaneamente em ação, de forma que a igreja voltou à doutrina pura e a vida dos cristãos na igreja conheceu o poder do Espírito Santo. Não pode haver reavivamento verdadeiro a menos que tenha havido reforma; e a reforma não é completa sem reavivamento.

Tal combinação de reforma e reavivamento seria revolucionária em nossos dias – revolucionária em nossa vida individual como cristãos, revolucionária não somente na igreja liberal, mas também construtivamente revolucionária na igreja evangélica ortodoxa.

Que possamos ser aqueles que conhecem a realidade da reforma e do reavivamento, de forma que este mundo pobre e sombrio possa ter uma monstra de uma porcão da igreja devolvida tanto à doutrina pura quanto à vida cheia do Espírito.

 

Fonte: Francis Schaeffer, Morte na Cidade (Editora Cultura Cristã, 2003), p. 11-12



Sobre o Autor

Francis Schaeffer
Francis Schaeffer
Francis A. Schaeffer (1912-1984) será sempre lembrado como um dos gigantes do século 20. Seus livros foram traduzidos para mais de 25 idiomas com milhões de exemplares vendidos. A L'Abri Fellowship, fundada pelo casal Francis e Edith Schaeffer em 1955, é um tributo vivo à sua obra. Outros títulos de Schaeffer lançados pela Cultura Cristã: A Obra Consumada de Cristo, A Morte na Cidade, Poluição e a Morte do Homem, Verdadeira Espiritualidade e a trilogia clássica, O Deus que Intervém, A Morte da Razão e O Deus que se Revela.




 
 

 

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