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Editora Monergismo

Murray contra os dispensacionalistas

Uma boa parte da má compreensão concernente à relação entre a lei e o crente flui de um erro bíblico-teológico de proporções bem mais amplas do que uma interpretação errônea da afirmação de Paulo em Romanos 6.14. É uma interpretação errônea da economia e aliança mosaicas em relação à nova aliança. Pensa-se que na aliança mosaica há uma estreita antítese ao princípio da promessa incorporado na aliança abraâmica e também ao princípio da graça que… Continue a ler »Murray contra os dispensacionalistas

Eu (não) estou sendo sentimental (Daniel Strange)

“O Reino Unido pós-Diana de fato será outro país. Naquela semana testemunhamos um divisor de águas em nossa história”.[1] O professor Anthony O’Hear assim encerrou seu infame ensaio de 1998 reivindicando que, na extraordinária reação pública à morte trágica da autodenominada “rainha dos corações do povo”, estamos testemunhando uma apoteose: a sentimentalidade personificada e canonizada. O então primeiro-ministro britânico Tony Blair chamou tais comentaristas de “esnobes ultrapassados de direita”.[2] Alguns artigos de tabloides revelaram um… Continue a ler »Eu (não) estou sendo sentimental (Daniel Strange)

O que são religiões não cristãs? Por que elas existem? (Jeremy Bouma com Daniel Strange)

Um excerto de “A rocha deles não é como a nossa Rocha” [Their Rock is not like our Rock] Essas duas questões estão no cerne da disciplina de teologia das religiões. Elas também estão no cerne do novo livro de Daniel Strange [a ser lançado pela editora Monergismo em 2018] A rocha deles não é como a nossa Rocha. Sua obra inteligente, cautelosa e biblicamente fiel preenche uma lacuna crucial na avaliação evangélica sobre o… Continue a ler »O que são religiões não cristãs? Por que elas existem? (Jeremy Bouma com Daniel Strange)

Imaginando um secularismo “aberto” (Charles Taylor com James K. A. Smith) A intersecção entre ideias e vida pública para entender a nossa “era secular”

O que significa dizer que vivemos numa “era secular”? Essa é a questão chave do livro amplamente debatido, Uma Era Secular,1 um tomo de 900 páginas que às vezes faz com que o Capital de Thomas Piketty pareça uma leitura de praia. Para entender o nosso presente, Taylor enfatiza, precisamos entender o nosso passado. Como chegamos a esse ponto no Ocidente? Como saímos de um mundo em 1550 onde era virtualmente impossível não crer em… Continue a ler »Imaginando um secularismo “aberto” (Charles Taylor com James K. A. Smith) A intersecção entre ideias e vida pública para entender a nossa “era secular”