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Artigos de Fé

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Uma Comparação das Confissões de Westminster com as Confissões Reformadas (Rev. Herman Hanko)

Conteúdo Origens Caráter da Assembléia de Westminster Foco da Comparação Escritura O Pacto das Obras O Decreto Eterno Extensão da Expiação A 'Oferta' Conclusão   Quanto o assunto deste ensaio me foi designado, ele era algo diferente do título que aparece acima. O comitê sugeriiu que eu escrevesse sobre as diferenças entre a Confissão de Westminster e as Três Fromas de Unidade com o objetivo de responder a questão: “As Confissões de Westminster se adequam ao padrão de uma Confissão Reformada?” Nós não trataremos com esta questão, mas assumiremos que uma resposta afirmativa deve ser-lhe dada, se por nenhuma outra razão além desta são credos com suas origens teológicas na Reforma de Calvino. Isto, contudo, não impede uma comparação destas Confissões como nossas Três Formas de Unidade. As Confissões de Westminster foram formuladas dentro da tradição Presbiteriana como desenvolvida nas Ilhas Inglesas. Neste respeito, elas diferiram da tradição da teologia continental que produziu confissões tais como o Catecismo de Heidelberg, a Confessio Belgica , a Confessio Gallicana e os Cânones de Dort. O que é uma tradição Presbiteriana? Como ela afetou as Confissões de Westminster? Como esta tradição colocou seu selo exclusivo sobre os credos que foram publicados depois dela,…
2 de abril de 2018
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A Relevância dos Credos e Confissões (Heber Carlos de Campos)

Por que um artigo dessa natureza? Se o leitor for a uma livraria procurar algo a respeito do assunto em nossa língua, provavelmente não irá encontrar muita coisa. É incomum achar essa matéria na literatura evangélica, mesmo em inglês. Essa é, em parte, a razão deste artigo. Contudo, não é a única, como se poderá observar no decorrer destas notas. Em tempos de tanta confusão teológica por que passa a igreja cristã neste final do século XX, não é aconselhável professar o cristianismo sem afirmar com clareza aquilo em que se crê. A igreja de Cristo sempre foi uma igreja confessante, porque a genuinidade da nossa fé tem que ser evidenciada naquilo em que cremos e confessamos. Temos que ter a ousadia de afirmar clara e abertamente e, de preferência, de forma escrita, as coisas em que cremos. Reconheço que vivemos numa era que rejeita a noção credal ou confessional, mas esta posição tem que ser repensada. Tantas são as heresias e as tentativas de assalto à fé genuína que tornam-se necessárias a formulação e a confissão daquilo em que cremos, para que a igreja, na sua inteireza, não venha a ficar perdida, lançada de um lado para outro por…
2 de abril de 2018