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Como Preparar Sermões Expositivos

Havia um pastor episcopal que era muito preguiçoso e há muito tempo já havia desistido de preparar os seus sermões. Sua congregação era de pessoas de pouco cultura, Ele tinha o dom da oratória, de modo que era muito fácil para ele pregar sem qualquer preparação. Além de preguiçoso, ele também era muito piedoso, de modo que racionalizava sua preguiça como muitas vezes os piedosos fazem. Ele fez um voto muito solene: jamais voltaria a preparar os seus sermões, falaria de improviso e confiaria que o Espírito Santo lhe daria o que falar. Por alguns meses, tudo correu muito bem. Certo dia, faltando 10 minutos para as 11 horas, na manhã de domingo, um pouco antes de o culto começar, quem entra pela porta da igreja? O bispo. Era uma visita de surpresa. Ele sentou-se num dos bancos. O pastor ficou imaginando o que deveria fazer. Não havia preparado o seu sermão. Pensou que podia enganar a congregação, mas sabia que não conseguiria enganar o visitante. Ele foi até ao bispo, cumprimentou-o e lhe disse: “Acho que devo explicar-lhe uma coisa. Alguns anos atrás eu fiz um voto de que nunca iria preparar os meus sermões, mas confiaria no Espírito…
6 de fevereiro de 2009
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O Eunuco Etíope foi Imerso?

Um Batista estava ansioso para falar comigo sobre o assunto do batismo por imersão. Totalmente convencido do caso irrefutável apresentado por ele, e me considerando um cristão genuíno, ele prosseguiu para esboçar o seu caso. “Você lê sobre aspergir ou efundir no batismo do eunuco etíope e Filipe?”, ele perguntou. Respondi: “Esse exemplo é a forma como você conduz o batismo em sua igreja?”. Ele explicou que deixando os detalhes irrelevantes de lado, tais como a localização e o fato que nenhuma testemunha estava presente, a resposta era sim. Perguntei se não era incomum que seu pastor fosse batizado sempre que tivesse que batizar alguém. De certa forma embaraçado, ele declarou que seu pastor não era batizado todas as vezes de forma alguma; somente o cristão adulto era batizado. Respondi: “Mas não é batismo por imersão”. “Sim”, ele concordou, “mas o pastor não é imerso em cada batismo, somente aqueles a quem ele administra a cerimônia”. Assim, perguntei: “Por que Filipe entrou na água com o eunuco, se não era necessário?”. Com certa hesitação, ele disse que Filipe não entrou na água, apenas o eunuco. Citei Atos 8:38: “…e desceram ambos à água, tanto Filipe como o eunuco, e o…
6 de fevereiro de 2009
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Quando Nasce uma Criança

Quando nasce uma criança, em lar cristão, os pais começam logo a sonhar fagueiramente com o futuro do filhinho querido, como, há séculos, sonharam Sara e Abraão, Ana e Elcana, Isabel e Zacarias, e tantos outros pais crentes. Não podem deixar de cismar, como a Virgem Mãe que, ao ouvir as palavras de adoração dirigidas pelos pastores de Belém ao seu Filho Maravilhoso, “guardava todas estas palavras, meditando-as no seu coração” (Lucas 2.19). O nascimento de uma criancinha é, deveras, um acontecimento notável, capaz de despertar não somente as mais lindas esperanças, como também as mais sombrias apreensões. Surgirão, espontaneamente, nos corações bem formados, perguntas como estas: “Qual será a missão que desempenhará esta criança no seio da sociedade? Será ela uma bênção para as gerações futuras, como o foi o filho de Abraão? Qual será o seu destino e, se vier a morrer, ainda pequenina, que sorte ou estado lhe reserva a vida além? Terá a criança, ao nascer, quaisquer direitos adquiridos por herança, em virtude da fé alimentada pelos pais? Além da herança física, terá ela qualquer herança espiritual? E deveremos considerá-la como parte integrante do povo de Deus ou classificá-la como alienada da comunhão dos santos, com…
6 de fevereiro de 2009
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Incrédulos e o Pacto

Uma objeção dos Batistas ao batismo infantil é que alguns que não são e nunca serão salvos são batizados. Eles constantemente recordam àqueles que praticam o batismo infantil que ao batizar infantes, estão batizando pessoas que não se arrependeram e não professaram a fé. Para os Batistas isso parece totalmente arbitrário. Ao responder a essa objeção, apontaremos que é impossível, quer nas igrejas Batistas ou Reformadas, batizar somente pessoas salvas. Porque os segredos do coração são desconhecidos para nós, mesmo as igrejas Batistas podem batizar aqueles que meramente fizeram uma profissão (confissão) de fé e arrependimento.
6 de fevereiro de 2009
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O Modo do Batismo

Ao falar do modo do batismo, não desejamos antagonizar ninguém ou promover divisão dentro da igreja de Cristo. É nosso profundo desejo ver unidade nessas questões, especialmente com aqueles que de outra forma concordam conosco. Contudo, frequentemente ouvimos que não há base bíblica para aspergir infantes e que tal prática é simplesmente uma influência do Catolicismo Romano. De fato, há vários livros anti-Calvinistas no mercado que simplesmente assumem que se uma igreja batiza infantes, ela deve estar errada em outras questões também. Até onde diz respeito o modo do batismo, não somente cremos que há uma base bíblica e sólida para a prática da aspersão, mas também que esse é o único modo de batismo reconhecido pela Escritura. Olhemos para a questão mais detidamente.
6 de fevereiro de 2009
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Duas Dispensações?

O Dispensacionalismo é um erro sério em qualquer forma que ele apareça. Sua seriedade é especialmente evidente a partir do fato de que ele necessariamente envolve uma separação das Escrituras do Antigo da do Novo Testamento, ao negar qualquer relação essencial entre as duas. Ele ensina que a Escritura é realmente dois livros; sua unidade é fraturada, o princípio a Escritura interpreta a Escritura não pode ser plenamente aplicado, e a unidade orgânica da palavra de Deus é perdida na apologética Batista.
6 de fevereiro de 2009