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Escrevendo com luz

O texto abaixo, de Emilio e Tércio Garofalo, Escrevendo com luz, foi publicado no Coram Deo, a vida perante Deus: ensaios em honra a Wadislau Gomes, publicado em 2017 pela Editora Monergismo.
21 de julho de 2020
LivrosTeologia

Ler ficção é bom para pastor

O texto abaixo, do rev. Emilio Garofalo Neto, Ler ficção é bom para pastor: o lugar da leitura ampla e variada na formação do pregador, foi publicado no Coram Deo, a vida perante Deus: ensaios em honra a Wadislau Gomes, publicado em 2017 pela Editora Monergismo.
6 de julho de 2020
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A pregação positiva e a mente moderna – Prefácio à edição brasileira

Abaixo transcrevemos o prefácio que recebemos de Carl Trueman para a edição monergista de um clássico moderno.   Nos dias de hoje, é provável que os escritos de Peter Taylor Forsyth sejam pouco conhecidos fora dos círculos de especialistas teológicos. Com efeito, se de algum modo for conhecido é quase sempre como precursor da neo-ortodoxia tardia, uma espécie de barthiano antes de Barth. O que não é apenas um entendimento simplista de sua teologia, mas também uma grande vergonha: vale à pena ler Forsyth por seus próprios méritos. Ele, sem dúvida, não era ortodoxo no sentido de um Calvino, ou de um Turrentin, ou de um Hodge, no entanto, em sua reação contra o liberalismo ritschliano do século 19 de seus primeiros estudos, sua visão pessimista da natureza humana e sua ênfase na centralidade da cruz para o cristianismo, ele pode com certeza ser descrito como preocupado com os grandes temas da ortodoxia bíblica. Como tal, é alguém cujo pensamento é digno de nossa atenção. Mesmo que não consigamos concordar com ele em muitas questões. De fato, é assim que ele me tem sido útil desde que o descobri quando estudava em nossa comum ex-universidade, a University of Aberdeen, no…
13 de fevereiro de 2020
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Do fundo do coração

Do fundo do coração Ministra Damares Alves Um dia me concebeste Quantos sonhos condensados! Com a vida que não quiseste, Foram todos rejeitados. Se meu corpo ocupou pouco, meu coração tudo via, E ainda que em grito mouco Berrar, feito louco, iria. Em vez do amor reservado Para um filhinho tão grato Resta só o mal traçado Não tens nem o meu retrato Nunca vai adiantar dizer Que essa era a melhor opção Pois nunca se vai entender Razões que não possuem razão Contra tão frágil pequenez, de um indefeso inocente, aquela que um dia me fez postou-se atroz e inclemente. De quem teria carinho Afeto, amor, dedicação, e um lar, um tão doce ninho... recebo esta alta traição. A Deus rogo, aqui, antes de ir: Quem um útero conheceu Não seja obrigado a partir Como tive de ser do meu. Saibam as mães a seu filho amar Já desde a primeira hora. Basta deixar o amor entrar E ele virá sem demora. De mim fica só a memória Todo o tempo a te acompanhar Pois nunca terá história Este que sempre quis te amar.
8 de janeiro de 2020
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Você não está só!

VOCÊ NÃO ESTÁ SÓ Uma nova vida surgiu. Única. Jamais se verá alguém igual. Assim como você, essa vida é singular na história da humanidade e nunca se repetirá por toda a eternidade. Mesmo que sejam duas as vidas e compartilhem da mesma carga genética, cada uma será um indivíduo único. Outra realidade da qual não podemos escapar é que cada ato uma vez realizado jamais será desfeito. O tempo passa e não há como voltar para desfazer algo. Cuidado com a decisão precipitada que nos leva a caminhos irreversíveis. Essa vida foi criada e jamais será abolida absolutamente. Foi impressa na realidade por um ato que permanecerá eterno. Nunca desfazemos um ato em nossas vidas. O que está feito, está feito. A vida é uma das coisas mais misteriosas, maravilhosas e frágeis do mundo. Acabar com uma vida destrói um pouco de nossa própria vida. É a decisão da qual não se volta, o ato que não pode ser desfeito, uma vida inteira que deixa de ser, de se manifestar. É o maior de todos os roubos, como diria Mário Quintana, o roubo de um futuro repleto de possibilidades. Lembre-se de pedir ajuda, se um dia precisar, pois os…
8 de janeiro de 2020
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RESUMO “CAPITAL MORAL” – Por Anderson Barbosa

RESUMO “CAPITAL MORAL” DE ROEL KUIPER A Editora Monergismo acaba de publicar a obra “Capital Moral” do filósofo e ex-membro do Senado holandês, Roel Kuiper. O texto propõe uma abordagem sócio-filosófica da formação de Capital Moral a partir de uma perspectiva cristã reformacional. Na introdução do texto, o autor aponta que no mundo moderno, tem-se uma crescente perda dos vínculos comunitários e sociais. A atomização dos indivíduos leva à desconsideração da necessidade que o ser humano tem de uma vida em comunidade. Em contraponto a isso, é necessário mais do que Capital Social (Robert Putnan, Jeffrey Alexander), posto que só busca criar vínculos comunitários que são, por sua vez, desprovidos de potencialidades morais internas. Para Kuiper, é preciso o desenvolvimento de Capital Moral, a saber, “a capacidade (individual e coletiva) de estar junto ao próximo e ao mundo de uma forma preocupada” (p. 24). Por meio de amor e lealdade, é preciso estabelecer relações morais substanciais que capacitem à criação e fortalecimento de vínculos comunitários. Para tanto, o escritor se propõe a discutir, filosófica e socialmente, o porquê e a forma de criar capital moral na esteira do pensamento reformacional (Althusius, Kuyper e Dooyeweerd) a partir dos conceitos de simbiose…
29 de outubro de 2019
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Resenha do livro Fé, Esperança e Amor, de Mark Jones

Fé. Esperança. Amor. (Jake Meador) Um dos debates cristãos perenes é aquele entre escolásticos e pietistas. Os escolásticos creem que você conhece a Deus por meio de estudo teológico metódico e distinções cuidadosas. Para os pietistas, você conhece a Deus por meio da simples leitura da Bíblia e da piedade cristã básica. Os pietistas perturbam os escolásticos ao se recusarem a tratar de problemas teológicos complexos. Os escolásticos perturbam os pietistas gastando uma imensa quantidade de energia debatendo sobre quantos anjos podem dançar no topo de um alfinete, sobre o que, afinal, quem liga? Idealmente, ambos os lados podem aprender algo do outro. Somos, afinal, chamados a adorar a Deus em verdade, portanto, debates sobre atributos divinos ou sobre as maneiras de Deus agir no mundo não são abstratas e sem sentido. Elas são essenciais para entender o caráter de Deus. Semelhantemente, lembretes regulares para prestar atenção nas Escrituras e nas simples disciplinas cristãs são frequentemente necessários. O novo livro de Mark Jones, Fé. Esperança. Amor: o modo cristocêntrico de crescer na graça, é o tipo de obra que satisfaz ambos os grupos. Escrito num estilo catequético e organizado em torno de 58 questões, o livro trata tanto de debates reformados…
27 de setembro de 2019
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O Senhorio de Cristo, por Vern Poythress

10 Coisas Que Você Deveria Saber Sobre o Senhorio de Cristo: (Adquira o livro "O Senhorio de Cristo") Cristo é Senhor sobre tudo porque ele é Deus. O Pai é Deus; o Filho é Deus; e o Espírito Santo é Deus. Deus governa sobre todas as coisas em seu controle providencial (Sl 103.19). Portanto, também é verdade que cada pessoa na Divindade reina sobre tudo. Cristo reina sobre tudo. Esse governo é abrangente não só em sua extensão (sobre todo o espaço, todo o tempo e todas as áreas da atividade humana), mas em seus detalhes, sobre cada pardal, cada fio de cabelo e cada átomo. Cristo é Senhor sobre tudo porque em sua natureza humana cumpriu uma obediência perfeita, conquistou salvação para nós e recebeu domínio universal como recompensa. Como resultado de sua ressurreição e ascensão, Cristo foi entronizado à destra de Deus, o Pai, com domínio universal: … exerceu ele em Cristo, ressuscitando-o dentre os mortos e fazendo-o sentar à sua direita nos lugares celestiais, acima de todo principado, e potestade, e poder, e domínio, e de todo nome que se possa referir não só no presente século, mas também no vindouro. E pôs todas as coisas debaixo dos pés e,…
18 de setembro de 2019
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Hugh Flemming e a medicina pós hipocrática

Texto de Eduardo Luiz Santos Cabette O opúsculo de Hugh J. Flemming foi recentemente publicado com tradução para o português pela Editora Monergismo. Essa pequena – grande obra vem colmatar uma lacuna na literatura bioética brasileira quanto ao tema das origens remotas da arte e prática médica, sob o enfoque cultural e, no seio deste, religioso. Logo no prefácio, Hélio Angotti Neto, chama a atenção para a importância da recuperação da tradição médica (e por que não, de outras profissões e atividades), tendo como marco a sacralidade da vida humana, isso porque o esquecimento induzido ou incauto dessas tradições milenares tem conduzido, nos últimos tempos, a uma “queda do ser humano do estado de grande dignidade ao de bestialidade”.  Flemming apresenta, logo na introdução, o mal e o grande perigo do gradual abandono pela profissão médica da “tradição hipocrática” e do “fundamento ético judaico – cristão”.  Esse abandono tem deixado tristes traços históricos como, por exemplo, ocorreu com a aceitação da eutanásia e do aborto na medicina norte – americana, numa visão meramente utilitarista do homem, culminando no genocídio nazista alemão.  O secularismo humanista jamais cumpriu suas promessas de redenção da liberdade e da ativação do potencial da humanidade. Transformou-se sim, invariavelmente, em “barbárie e…
21 de agosto de 2019