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A FILOSOFIA DA REVELAÇÃO – Sumário e Prefácio de Dr. James Eglinton e Rev. Gustavo Monteiro

Sumário Prefácio ........................................................................................................... 9 Prefácio à edição brasileira ........................................................................... 11 Prefácio do tradutor ...................................................................................... 29 Sumário analítico ........................................................................................... 47 I. A ideia de uma filosofia da revelação ............................................... 51 II. Revelação e filosofia ............................................................................ 81 III. Revelação e filosofia (continuação) .................................................. 103 IV. Revelação e natureza ........................................................................... 129 V. Revelação e história ............................................................................ 153 VI. Revelação e religião ............................................................................. 175 VII. Revelação e cristianismo .................................................................... 197 VIII. Revelação e experiência religiosa ...................................................... 223 IX. Revelação e cultura ............................................................................. 255 X. Revelação e futuro ............................................................................... 277 Apêndice O contexto das Palestras Stone de Herman Bavinck: cultura e política em 1908 ........................................................................................................... 315 Sobre o autor .................................................................................................. 333 Índice de nomes ............................................................................................. 335   Prefácio à edição brasileira por Dr. James Eglinton e Rev. Gustavo Monteiro Por que uma filosofia da revelação? Como devemos entender o mundo e nosso lugar nele? As ciências naturais são o melhor (ou único) modo de compreendermos o cosmos e tudo que nele se encontra? Como deveríamos entender a existência e progresso da cultura humana neste mundo? É possível pensar de modo significativo sobre a história ou sobre o futuro? Por que a religiosidade é norma, ao invés da exceção, através das culturas humanas? E qual é…
19 de junho de 2019
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Posfácio de Rejeição à HUMANIDADE por Daniel B. Wallace

Rejeição à HUMANIDADE de Rushdoony POSFÁCIO Rushdoony, neoplatonismo e uma visão bíblica do sexo Daniel B. Wallace, Ph.D. Sou um cristão, desavergonhadamente. Mas para que vocês não pensem que vim aqui hoje simplesmente para dizer “A fidelidade num relacionamento monogâmico é o único caminho correto — tudo mais é pecado!”, gostaria de deixá-los tranquilos. Eu de fato acredito nisso, mas há razões para minha fé. Se você não é cristão, você pode se interessar em ouvir a razão para a visão cristã do sexo e casamento. Por mais alheia que a filosofia aparentemente esteja em relação a uma conversa sobre sexo, é necessário, no entanto, recorrer a alguns fundamentos filosóficos a fim de refletir apropriadamente sobre sexo. Consequentemente, tratarei de dois tópicos nesta palestra: (1) concepções equivocadas sobre a visão bíblica do sexo e (2) o ensino bíblico sobre sexo e casamento. I. Concepções equivocadas sobre a visão bíblica do sexo: Rushdoony vem ao resgate! Contrariamente à opinião popular, Deus não é um estraga- prazeres cósmico. Ele não está nos céus para arruinar nossa diversão! Infelizmente muitos conceberam Deus dessa forma ao longo dos séculos. Alguns chegaram até mesmo a castrar-se supostamente em obediência à vontade divina. Em certa medida, isso se…
22 de maio de 2019
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“Redimindo a filosofia” de Vern S. Poythress – Sumário

PRÉ-VENDA promocional com 50% de desconto: «Redimindo a filosofia» Sumário Parte 1 – Problemas básicos na investigação das grandes questões 1. As grandes questões sobre a vida ................................ 13 2. A Bíblia como um recurso ........................................... 23 3. Abordagens opostas à filosofia .................................... 29 Parte 2 – Metafísica: o que existe? 4. Filosofias inadequadas .................................................. 43 5. A metafísica cristã ......................................................... 51 Parte 3 – Perspectivas 6. Apresentando as perspectivas ...................................... 61 7. Multiperspectivismo ..................................................... 73 8. Perspectivas sobre Deus ............................................... 117 9. Perspectivas sobre o mundo ........................................ 133 10. Perspectivas através da linguagem .............................. 147 11. Implicações para a teologia .......................................... 161 Parte 4 – Exemplos de análise metafísica 12. A metafísica de uma maçã ........................................... 175 13. A metafísica da caminhada .......................................... 203 14. A metafísica de um marcador de páginas .................. 223 15. Perspectivas em combinação ....................................... 229 Parte 5 – Outras subdivisões da filosofia 16. Ética ................................................................................. 241 17. Epistemologia ................................................................ 249 18. A alma, a mente e a psicologia .................................... 279 19. Lógica .............................................................................. 285 20. Estética ............................................................................ 289 21. Ramos especializados da filosofia ............................... 295 Parte 6 – Interagindo com filosofias defeituosas 22. O desafio das filosofias.................................................. 305 23. Immanuel Kant .............................................................. 309 24.…
15 de maio de 2019
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“Um método trinitário neocalvinista de apologética” Prefácio de David T. Koyzis e Sumário

Um método trinitário neocalvinista de apologética: Reconciliando a apologética de Van Til com a filosofia reformacional Guilherme Braun Jr.   Prefácio Foi na juventude que tive o primeiro contato com a visão reformacional de Abraham Kuyper e seus sucessores. Cativou-me a noção de que a fé cristã tem implicações para a totalidade da vida e que não há um centímetro quadrado sequer em toda a extensão do cosmo acerca do qual Deus, em Cristo, não diga: “É meu!”. Fundamentado nessa convicção, aprendi rapidamente a rejeitar a divisão do cosmo nos domínios “sagrado” e “secular”, e passei a ver que mesmo áreas como a economia, política, artes e as ciências naturais estão enraizadas em pressupostos básicos de caráter religioso. À época, como aspirante a cientista político, fiquei fascinado especialmente com a perspectiva neocalvinista sobre a vida política, que articula uma alternativa à teocracia, por um lado, e ao secularismo, por outro. Naquele momento, Kuyper não era muito conhecido em meio aos evangélicos norte-americanos, mas isto mudaria com a chegada do século XXI. Agora cada vez mais cristãos conhecem a citação do “não há um centímetro quadrado sequer” e (assim esperamos) esforçam-se por viver segundo ela. Um interesse paralelo pela filosofia me…
25 de fevereiro de 2019
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Resenha: Covenantal Apologetics de Scott Oliphint por David W. Hegg

No Covenantal Apologetics(Apologética Pactual), Scott Oliphint argumenta que a defesa e proclamação da verdade sobre Deus é melhor feita a partir de uma perspectiva de aliança. Deus sempre permanece Deus e ainda se relaciona autenticamente com sua criação. Isso significa que todos estão em uma relação com Deus, seja em obediência ou rebelião. A verdade fundamental que essa relação de aliança deixa claro é que Deus está certo, o cristianismo é verdadeiro e qualquer coisa que se oponha a ele é falsa. É essa posição que Oliphint, professor de apologética e teologia sistemática no Seminário Teológico de Westminster, na Filadélfia, procura não apenas explicar, mas também modelar nos sete capítulos deste livro. Ele primeiro define e defende seus princípios e, em seguida, usa exemplos de conversação para demonstrar sua prática. Este é um dos muitos benefícios de seu livro instigante e legível. A introdução fornece um roteiro para o leitor e um resumo de cada capítulo. Fundamental para a compreensão de Oliphint é o reconhecimento de que sua visão da apologética vê o sucesso como nada menos que um compromisso radical com a mudança de vida. A apologética é evangelística em todos os sentidos. Para Oliphint, a apologética da aliança é uma maneira melhor de entender o…
30 de julho de 2018
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A Imitação de Cristo para Protestantes por Jason Hood

Por que alguém publicaria um livro sobre a imitação de Cristo próximo do quincentenário da Reforma Protestante? Não era para os que são bons protestantes desistirem da (católica!) imitação de Jesus em prol de o verem como o nosso substituto? Thaddeus J. Williams, professor assistente de teologia sistemática na Biola University, pensa que essa questão é reducionista. Ele quer que nós entendamos que Jesus é salvador antes de ser exemplo, mas ele certamente é o exemplo por excelência e reduzimos o valor do nosso salvador se deixamos de vê-lo como o nosso exemplo. Segundo o novo livro de Williams, Reflita: Tornado-se você mesmo ao espelhar a maior pessoa da história, os cristãos precisam fixar os seus olhos em Jesus para que eles possam se tornar as pessoas que eles foram feitos para ser. Sendo humano como Jesus Em sua introdução Williams prepara a cena comparando o caminho da vida e o caminho da morte. Os primeiros seis capítulos, então, oferecem componentes chaves de ser humano em que “espelhamos” Jesus. Não é uma lista que eu inventaria, mas se encaixa com a descrição de Zack Eswine do discipulado cristão, “aprendendo ser humano novamente com Jesus”: 1. Raciocinar: espelhando o pensamento profundo…
2 de junho de 2018
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O Liberalismo Fracassou Porque Ele Colapsou sob Seu Próprio Peso por David Koyzis e Bruce Ashford

Um liberal acredita na liberdade, certo? Bem, é claro. Está bem ali no nome. Mas e se a busca liberal de expandir a nossa liberdade está na verdade erodindo as nossas liberdades? Esse é o argumento de Patrick J. Deneen, professor associado de ciência política na University of Notre Dame, em Why Liberalism Failed , uma contribuição persuasiva ao debate político atual na América do Norte. Como e por que o liberalismo está falhando? Primariamente porque o liberalismo, uma filosofia política com séculos de idade, se baseia num entendimento defeituoso da pessoa humana. O liberalismo ignora o enraizamento da pessoa em comunidades locais e em sua miríade de costumes e influências, substituindo esse enraizamento por uma lealdade desordenada ao estado e ao mercado, os instrumentos de nossa suposta libertação. Na visão de Deneen, os Estados Unidos como um todo foi estabelecido em princípios liberais e eles se desenvolveram nos últimos dois séculos e meio de forma consistente com os pressupostos subjacentes do liberalismo, mas inconsistentemente com uma constituição social saudável. Todavia, a dominação predominante do liberalismo foi disfarçada pela polarização superficial recente do terreno político nacional em duas facções. De fato, nossos conflitos mais veementes colocam liberais clássicos, com sua…
1 de junho de 2018
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Resenha – Morrer de Tanto Viver: A vida foi feita para ser gasta, de N.D.Wilson

Resenha de N. D. Wilson. Morrer de Tanto Viver: A Vida Foi Feita Para Ser Gasta. Editora Monergismo, 2018 (Derek Rishmawy)   A primeira observação sobre Morrer de Tanto Viver, a continuação de N. D. Wilson para o célebre Notas da Xícara Maluca, é que eu não poderia te dar um resumo do livro nem se eu tentasse. Exatamente como o volume anterior, o estilo direto, mas rodopiante, de Wilson zomba malandramente do resenhista em busca de resumos que vai direto ao ponto por sequer pensar em tal façanha. Para leitores de segunda viagem esperando uma comparação rápida entre Notas e Morrer, eu diria que se aquele mudou a minha maneira de pensar, este pode mudar a maneira de viver. Notas te convida a abraçar Deus como o autor soberano e inimaginável desse universo ridiculamente inesperado. Morrer desafia você a viver como um personagem, ou melhor, um sub-autor de palavras encarnadas e vivas. Daquelas grandes. Interessantes. Novamente, você  se verá num coquetel bem batido de memórias poéticas, filosofia, teologia, sagacidade afiada, murros polêmicos, hilaridade e exortação na forma de um hino à graça de uma vida bem vivida às sombras da eternidade. Para os iniciantes, talvez seja bom apertar os…
9 de maio de 2018
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Resenha: Gênesis no espaço-tempo de Francis Schaeffer por David N. Steele

Gênesis no espaço-tempo - Francis Schaeffer (1972) (resenha de David N. Steele) Grandes pensadores ao longo da história se perguntaram: “De onde veio tudo isso? Quem fez o cosmos? Quem o faz continuar existindo? Qual é o sentido da vida? Qual é a base do conhecimento? Para onde vamos? E para onde vamos quando morremos”. Para aqueles que rejeitam um Criador pessoal, as questões acima se tornaram totalmente insolúveis. Para todos aqueles que rejeitam um Criador pessoal, há uma desesperança que está por detrás de sua certeza dogmática. Gênesis no Espaço-Tempo por Francis Schaeffer examine o fluxo da história bíblica. O livro de Gênesis estabelece os parâmetros de e ajuda a articular uma cosmovisão cristã que inclui um Deus pessoal. “Ele está aí e não está em silêncio” como Schaeffer coloca em outro livro. No cerne do livro está a crença num Criador pessoal. Afirmar a macroevolução ou negar um Criador pessoal estão por detrás da desesperança no mundo incrédulo. Schaeffer adiciona: “ou é ignorar ou é negar a criaturidade das coisas que está na raiz das trevas das dificuldades do homem moderno. Desista da criação no espaço-tempo, como realidade histórica, e tudo que resta é o que Simone Weil…
29 de março de 2018
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As Coisas da Terra de Joe Rigney – por Andrew T. Walker

As Coisas da Terra de Joe Rigney – por Andrew T. Walker Eu amo música e filme. Não são simplesmente passatempos com os quais me envolvo. Aprecio oportunidades de ouvir músicas que sintonizam minhas afeições de diversas maneiras. Mergulho em filmes cuja narrativa e desenvolvimento são tão profundos, que fico triste quando acabam. Saboreio a criatividade do espírito humano. Esta resenha, no entanto, não é sobre a prudência de ver ou deixar de ver certos filmes, ou de ouvir ou não certas músicas. O livro em questão – As Coisas da Terra, certamente ajudará as pessoas entenderem o porquê devemos apreciar tudo. As Coisas da Terra é um exercício de hedonismo aplicado ao Cristianismo, isto é, investiga a apreciação da criação e da cultura pelas pessoas alcançadas pelo Evangelho. O livro toma como centro o tema que se tornou associado ao John Piper: espalhar a paixão pela supremacia de Deus em todas as coisas. Pores do sol e bacon Rigney, professor de Teologia e de Cosmovisão Cristã no Bethlehem College and Seminary, em Minneapolis, Minnesota; deseja mostrar como é uma vida centrada em Deus em sua rotina e em suas experiências diárias – como nós desfrutamos as coisas da Terra?…
23 de março de 2018