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Incrédulos e o Pacto

Uma objeção dos Batistas ao batismo infantil é que alguns que não são e nunca serão salvos são batizados. Eles constantemente recordam àqueles que praticam o batismo infantil que ao batizar infantes, estão batizando pessoas que não se arrependeram e não professaram a fé. Para os Batistas isso parece totalmente arbitrário. Ao responder a essa objeção, apontaremos que é impossível, quer nas igrejas Batistas ou Reformadas, batizar somente pessoas salvas. Porque os segredos do coração são desconhecidos para nós, mesmo as igrejas Batistas podem batizar aqueles que meramente fizeram uma profissão (confissão) de fé e arrependimento.
6 de fevereiro de 2009
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O Modo do Batismo

Ao falar do modo do batismo, não desejamos antagonizar ninguém ou promover divisão dentro da igreja de Cristo. É nosso profundo desejo ver unidade nessas questões, especialmente com aqueles que de outra forma concordam conosco. Contudo, frequentemente ouvimos que não há base bíblica para aspergir infantes e que tal prática é simplesmente uma influência do Catolicismo Romano. De fato, há vários livros anti-Calvinistas no mercado que simplesmente assumem que se uma igreja batiza infantes, ela deve estar errada em outras questões também. Até onde diz respeito o modo do batismo, não somente cremos que há uma base bíblica e sólida para a prática da aspersão, mas também que esse é o único modo de batismo reconhecido pela Escritura. Olhemos para a questão mais detidamente.
6 de fevereiro de 2009
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Duas Dispensações?

O Dispensacionalismo é um erro sério em qualquer forma que ele apareça. Sua seriedade é especialmente evidente a partir do fato de que ele necessariamente envolve uma separação das Escrituras do Antigo da do Novo Testamento, ao negar qualquer relação essencial entre as duas. Ele ensina que a Escritura é realmente dois livros; sua unidade é fraturada, o princípio a Escritura interpreta a Escritura não pode ser plenamente aplicado, e a unidade orgânica da palavra de Deus é perdida na apologética Batista.
6 de fevereiro de 2009
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A Reconstrução do Templo

Há umas poucas profecias no Antigo Testamento que parecem, numa leitura inicial, predizer uma reconstrução do templo de Israel em algum tempo no futuro, i.e., na era do Novo Pacto. Entre as passagens assim entendidas estão: Isaías 56.7; 66.20-23; Jeremias 33.18; Zacarias 14.16-21; e Malaquias 3.3-4. O conceito dos judeus retornando à sua terra para que o Messias possa governar sobre um reino judaico exaltado, completo com um Templo judaico e o sistema sacrificial restabelecidos, há tempos tem sido atrativo para dos dispensacionalistas. Alguns até mesmo sustentam tais ensinos como verdades cardinais da Escritura. John Walvoord admite abertamente que “a maioria dos estudantes profundos do pré-milenismo , que evidenciam o entendimento da relação da interpretação literal com a doutrina pré-milenista, abraçam o conceito de um templo e sacrifícios literais”. John Whitcomb, professor do Grace Theological Seminary, colocou isso de uma forma mais forte: “O dispensacionalismo consistente deve ensinar a prática dos sacrifícios de animais por um Israel restaurado e regenerado no Milênio”.  
27 de janeiro de 2009
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A Análise da Personalidade

Para definir fé, alguma análise da personalidade é necessária. Não importa o que digamos que seja fé, as distinções entre atividades conscientes são pressupostas. De acordo com uma opinião muito comum, a consciência consiste dessas partes: intelecto, volição e emoção. A fé pode ser colocada entre um deles, ou pode ser descrita como uma combinação de dois ou até mesmo de todos os três. De qualquer forma, é requerido algum esquema analítico. Agora, uma das muitas dificuldades nesse procedimento surge da necessidade de se expressar a verdade bíblica em terminologia não-bíblica. Em si mesmo, o uso de terminologia não-bíblica não pode ser legitimamente criticado. O termo Trindade não ocorre na Bíblia, mas todos os trinitarianos sustentam que as idéias e relacionamentos que o termo envolve são solidamente bíblicas.
28 de fevereiro de 2006
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A Imagem e Semelhança de Deus

Para descrever a natureza da imagem alguém pode imediatamente afirmar o princípio de que qualquer interpretação que identifique a imagem com algumas características não encontradas em Deus deve ser incorreta. Por exemplo, a imagem não pode ser o corpo do homem. Se alguém diz que a posição ereta do corpo humano, em contraste com os animais quadrúpedes e os répteis, é a imagem, a resposta não é meramente que os pássaros têm duas pernas, mas antes que Gênesis não faz nenhuma referencia à imagem física. Uma razão mais importante para negar que o corpo do homem seja a imagem é o fato de que Deus não é e não tem um corpo.
23 de julho de 2005
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Por que devo ser um calvinista

Por que devo ser um calvinista: explicando a soberania de Deus sobre o homem e o pacto com o homem “Pois, se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, porque me é imposta essa obrigação; e ai de mim, se não anunciar o evangelho!” —1 Coríntios 9.16 Nosso mundo pós-moderno diz muito sobre “opções”. É dito muito pouco sobre convicções. Supõe-se que todos sejam felizes com suas próprias “preferências”, e o acordo tácito é que eu não me preocuparei demais com suas preferências (digamos, por exemplo, homossexualidade, cereal matinal, carros antigos, pedofilia, ou Dan Rather) se você não se preocupar demais com as minhas. Nós simplesmente fazemos “escolhas”, e estamos certos que não nos tornamos dogmáticos demais sobre elas. A Bíblia, por outro lado, tem pouco a dizer sobre o que chamaríamos “preferências”. Tem muito que dizer sobre o que definimos como “convicções”. Preferências são escolhas que nos agradam; convicções são crenças que nos compelem. Paulo estava convencido de que Deus o havia chamado para pregar o Evangelho. Isso não era uma preferência. Era uma convicção. Esse é o porquê ele declarou que “era imposta essa obrigação” sobre ele. Ele era dirigido por uma obrigação interna – uma…
20 de janeiro de 2004