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Calvinismo

Teologia

Eleitos, mas livres?

O texto abaixo, de Felipe Sabino, Eleitos, mas livres?, foi publicado em A sistemática da vida: Ensaios em honra a Heber Carlos de Campos, publicado em 2015 pela Editora Monergismo.    
22 de fevereiro de 2021
Cosmovisões

O estreitamento da mente calvinista

James B. Jordan Era uma vez algo como uma linha de pensamento calvinista. Existia em meus tempos de juventude, mas aparentemente desapareceu, de modo considerável, nos últimos anos. Mas permita-me explicar meu ponto. Quando me tornei calvinista, nos idos de 1970, comprei uma penca de livros. Nos anos seguintes, comprei mais alguns. Deixe-me listar alguns dos títulos; somente passe os olhos por eles:   C. Gregg Singer (presbiteriano), A Theological Interpretation of American History (1964), 300 páginas. E. L. Hebden Taylor (episcopal calvinista), The Christian Philosophy of Law, Politics, and the State(1969) , 650 páginas. Taylor, Evolution and the Reformation of Biology (1967). Taylor, Reformation or Revolution  (1970) 630 páginas. Herman Dooyeweerd (reformado neerlandês), No crepúsculo do pensamento ocidental (1968). Dooyeweerd, A New Critique of Theoretical Thought  (4 volumes, 1953), cerca de 2000 páginas. Dooyeweerd, The Christian Idea of the State (1968). J. M. Spier, An Introduction to Christian Philosophy  (1966). Spier, Christianity and Existentialism  (1953). David H. Freeman, A Philosophical Study of Religion  (1964), 270 páginas. H. van Riessen, The Society of the Future (1952), 320 páginas. Francis N. Lee, Communist Eschatology  (1974),1200 páginas. Rousas J. Rushdoony, The Messianic Character of American Education  (1968), 400 páginas. Rushdoony, The Mythology of Science  (1967). Rushdoony, The Nature of the American System (1965). Rushdoony, The Myth…
15 de fevereiro de 2019
Teologia

Por que devo ser um calvinista

Por que devo ser um calvinista: explicando a soberania de Deus sobre o homem e o pacto com o homem “Pois, se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, porque me é imposta essa obrigação; e ai de mim, se não anunciar o evangelho!” —1 Coríntios 9.16 Nosso mundo pós-moderno diz muito sobre “opções”. É dito muito pouco sobre convicções. Supõe-se que todos sejam felizes com suas próprias “preferências”, e o acordo tácito é que eu não me preocuparei demais com suas preferências (digamos, por exemplo, homossexualidade, cereal matinal, carros antigos, pedofilia, ou Dan Rather) se você não se preocupar demais com as minhas. Nós simplesmente fazemos “escolhas”, e estamos certos que não nos tornamos dogmáticos demais sobre elas. A Bíblia, por outro lado, tem pouco a dizer sobre o que chamaríamos “preferências”. Tem muito que dizer sobre o que definimos como “convicções”. Preferências são escolhas que nos agradam; convicções são crenças que nos compelem. Paulo estava convencido de que Deus o havia chamado para pregar o Evangelho. Isso não era uma preferência. Era uma convicção. Esse é o porquê ele declarou que “era imposta essa obrigação” sobre ele. Ele era dirigido por uma obrigação interna – uma…
20 de janeiro de 2004