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«O tédio das análises de cosmovisão» por Jake Meador

Ontem, num episódio do podcast “The Briefing”, o Dr. Al Mohler, do Seminário Batista do Sul, fez algumas reflexões sobre a morte do renomado físico Stephen Hawking. Você pode ler a transcrição completa da faixa de oito minutos usando o link acima. Eis o resumo do episódio que o próprio Mohler disponibilizou na página do Facebook, que, creio eu, é bastante sugestivo do que ele falou no seu programa:   Cremos que Stephen Hawking e todo seu brilhantismo simplesmente evidenciavam o fato de que ele era um ser humano criado à imagem de Deus, mas um ser humano que morreu sem Deus. Essa é a grande tragédia, mas não é o que provavelmente leremos nos obituários. Antes, o que veremos é um mundo secular tentando encontrar uma razão secular para celebrar um pensador secular e dizer algo relevante sobre o sentido de sua vida. Ao final de seus esforços, a cosmovisão secular não pode apresentar sequer um argumento para explicar por que a vida de Stephen Hawking (ou a minha, ou ainda a sua) foi em algum momento relevante. Apenas a cosmovisão bíblica pode responder a essa questão, e ela o faz de forma bastante profunda.   O que me…
30 de julho de 2021
Cosmovisões

O estreitamento da mente calvinista

James B. Jordan Era uma vez algo como uma linha de pensamento calvinista. Existia em meus tempos de juventude, mas aparentemente desapareceu, de modo considerável, nos últimos anos. Mas permita-me explicar meu ponto. Quando me tornei calvinista, nos idos de 1970, comprei uma penca de livros. Nos anos seguintes, comprei mais alguns. Deixe-me listar alguns dos títulos; somente passe os olhos por eles:   C. Gregg Singer (presbiteriano), A Theological Interpretation of American History (1964), 300 páginas. E. L. Hebden Taylor (episcopal calvinista), The Christian Philosophy of Law, Politics, and the State(1969) , 650 páginas. Taylor, Evolution and the Reformation of Biology (1967). Taylor, Reformation or Revolution  (1970) 630 páginas. Herman Dooyeweerd (reformado neerlandês), No crepúsculo do pensamento ocidental (1968). Dooyeweerd, A New Critique of Theoretical Thought  (4 volumes, 1953), cerca de 2000 páginas. Dooyeweerd, The Christian Idea of the State (1968). J. M. Spier, An Introduction to Christian Philosophy  (1966). Spier, Christianity and Existentialism  (1953). David H. Freeman, A Philosophical Study of Religion  (1964), 270 páginas. H. van Riessen, The Society of the Future (1952), 320 páginas. Francis N. Lee, Communist Eschatology  (1974),1200 páginas. Rousas J. Rushdoony, The Messianic Character of American Education  (1968), 400 páginas. Rushdoony, The Mythology of Science  (1967). Rushdoony, The Nature of the American System (1965). Rushdoony, The Myth…
15 de fevereiro de 2019
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Um Ensaio Crítico sobre os Ídolos da Modernidade (Parte 1)

O artigo visa proporcionar uma análise crítica do processo de desenvolvimento histórico-cultural, com foco específico na Modernidade, a partir de um paradigma que transcenda o domínio dos paradigmas filosóficos, históricos e sociológicos vigentes. Dentro de uma perspectiva biblicamente orientada (teorreferente), o artigo pretende discernir esse desenvolvimento históricocultural muito mais à luz de seu estatuto religioso central do que à luz de qualquer outro fator, remontando às suas raízes religiosas e demonstrando a relação de determinação entre o eu fundamentalmente religioso das pessoas que participaram da dinâmica social moderna e os desdobramentos histórico-culturais ocorridos na Modernidade. Isso será feito através de um inventário crítico dos principais ídolos deste período presentes nas obras de alguns dos mais destacados representantes filosóficos da Modernidade.
2 de abril de 2012
ApologéticaCosmovisões

Reflexões Críticas sobre Weltanschauung

Neste artigo se busca, a partir de um fulcro reflexivo biblicamente orientado, uma aproximação crítica da filosofia cristã com a sociologia do conhecimento, sobretudo a de vertente interacionista, visando proporcionar um tratamento sistemático preliminar do processo formativo daquilo que se convencionou chamar de “cosmovisão”, seus elementos constitutivos e seu processo de compartilhamento. O artigo tem um perfil declaradamente críticotranscendental. Isso quer dizer que, desde o início da análise e problematização do tema proposto, pressupõe-se um ponto de partida que transcenda o domínio dos paradigmas filosófico-sociológicos vigentes que tendem a reduzir a interpretação dos elementos fundamentais da questão a fatores sócio-culturais.  
25 de fevereiro de 2012