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Filosofia

Cosmovisões

O estreitamento da mente calvinista

James B. Jordan Era uma vez algo como uma linha de pensamento calvinista. Existia em meus tempos de juventude, mas aparentemente desapareceu, de modo considerável, nos últimos anos. Mas permita-me explicar meu ponto. Quando me tornei calvinista, nos idos de 1970, comprei uma penca de livros. Nos anos seguintes, comprei mais alguns. Deixe-me listar alguns dos títulos; somente passe os olhos por eles:   C. Gregg Singer (presbiteriano), A Theological Interpretation of American History (1964), 300 páginas. E. L. Hebden Taylor (episcopal calvinista), The Christian Philosophy of Law, Politics, and the State(1969) , 650 páginas. Taylor, Evolution and the Reformation of Biology (1967). Taylor, Reformation or Revolution  (1970) 630 páginas. Herman Dooyeweerd (reformado neerlandês), No crepúsculo do pensamento ocidental (1968). Dooyeweerd, A New Critique of Theoretical Thought  (4 volumes, 1953), cerca de 2000 páginas. Dooyeweerd, The Christian Idea of the State (1968). J. M. Spier, An Introduction to Christian Philosophy  (1966). Spier, Christianity and Existentialism  (1953). David H. Freeman, A Philosophical Study of Religion  (1964), 270 páginas. H. van Riessen, The Society of the Future (1952), 320 páginas. Francis N. Lee, Communist Eschatology  (1974),1200 páginas. Rousas J. Rushdoony, The Messianic Character of American Education  (1968), 400 páginas. Rushdoony, The Mythology of Science  (1967). Rushdoony, The Nature of the American System (1965). Rushdoony, The Myth…
15 de fevereiro de 2019
Apologética

Empirismo e 1 João 1.1-3

O que era desde o princípio, o que ouvimos, o que vimos com os nossos olhos, o que contemplamos e as nossas mãos apalparam - isto proclamamos a respeito da Palavra da vida. A vida se manifestou; nós a vimos e dela testemunhamos, e proclamamos a vocês a vida eterna, que estava com o Pai e nos foi manifestada. Nós lhes proclamamos o que vimos e ouvimos para que vocês também tenham comunhão conosco. Nossa comunhão é com o Pai e com seu Filho Jesus Cristo (1 João 1.1-3). Nosso texto é frequentemente citado em debates sobre epistemologia, ou como se obtém conhecimento, para apoiar o empirismo, isto é, a ideia que as sensações são basicamente confiáveis e que o conhecimento é obtido ou derivado das nossas sensações. Se o conteúdo e a veracidade do evangelho dependem do testemunho ocular dos apóstolos, a negação da confiabilidade das sensações é também uma negação da confiabilidade da pregação apostólica, e assim, uma negação da confiabilidade das Escrituras. O argumento é um tiro pela culatra. A Bíblia contém muitos exemplos demonstrando que os sentidos são falíveis e não confiáveis. Eliseu tirou proveito disso e, pelo poder de Deus, venceu uma batalha contra os…
13 de setembro de 2010