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Pregação

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A pregação positiva e a mente moderna – Prefácio à edição brasileira

Abaixo transcrevemos o prefácio que recebemos de Carl Trueman para a edição monergista de um clássico moderno.   Nos dias de hoje, é provável que os escritos de Peter Taylor Forsyth sejam pouco conhecidos fora dos círculos de especialistas teológicos. Com efeito, se de algum modo for conhecido é quase sempre como precursor da neo-ortodoxia tardia, uma espécie de barthiano antes de Barth. O que não é apenas um entendimento simplista de sua teologia, mas também uma grande vergonha: vale à pena ler Forsyth por seus próprios méritos. Ele, sem dúvida, não era ortodoxo no sentido de um Calvino, ou de um Turrentin, ou de um Hodge, no entanto, em sua reação contra o liberalismo ritschliano do século 19 de seus primeiros estudos, sua visão pessimista da natureza humana e sua ênfase na centralidade da cruz para o cristianismo, ele pode com certeza ser descrito como preocupado com os grandes temas da ortodoxia bíblica. Como tal, é alguém cujo pensamento é digno de nossa atenção. Mesmo que não consigamos concordar com ele em muitas questões. De fato, é assim que ele me tem sido útil desde que o descobri quando estudava em nossa comum ex-universidade, a University of Aberdeen, no…
13 de fevereiro de 2020
Teologia

Ouvindo sermões: 20 dicas

Ouvir sermões é pelo menos tão importante quanto preparar e pregá-los. Eis aqui 20 formas de se tornar um melhor ouvinte de sermão. Alguns desses pontos foram extraídos de três recursos excelentes: Expository Listening, de Ken Ramey Listen up!, de Christopher Ash Take Care How You Listen (free eBook), de John Piper   ANTES DO SERMÃO 1. Leia e medite na Palavra de Deus todos os dias: A leitura diária da Bíblia aguça o apetite para o prato principal no Dia do Senhor. Não podemos esperar estar prontos para digerir alimento espiritual se não comemos ao longo de toda a semana. E não estrague o seu apetite banqueteando-se com o pecado. 2. Limite o consumo de mídia: A maioria dos americanos consome de 9 a 11 horas de mídia por dia (Tiago 1.21). No livro Preaching to Programmed People: Effective Communication in a Media-Saturated Society, Timothy Turner explica como “assistir televisão e ouvir a uma pregação são diametralmente opostos; um é visual, o outro é racional; um envolve os olhos, o outro envolve os ouvidos; um cria observadores passivos, o outro requer ouvintes ativos”. Após assistir televisão e ir ao cinema, surfar a semana toda na internet, você vai para…
6 de setembro de 2013
História da Igreja

10 Marcas Distintivas da Pregação de João Calvino

No livro João Calvino: amor à devoção, doutrina e glória de Deus (Editora Fiel), editado por Burk Parsons, há um capítulo intitulado O Pregador da Palavra de Deus, escrito por Steven Lawson. Aqui está um resumo desse capítulo, delineando o que Steven Lawson sugere ser as dez marcas distintivas da pregação de Calvino.  1. A pregação de Calvino era bíblica em seu conteúdo. “O reformador se manteve firme no principal fundamento da Reforma — sola Scriptura (somente a Escritura)… Calvino acreditava que o pregador não tinha nada a dizer além das Escrituras.” (pp. 96-97) 2. A pregação de Calvino seguia um padrão sequencial. “Durante o ministério de Calvino, o seu procedimento era pregar sistematicamente sobre livros inteiros da Bíblia… Na manhã dos domingos, Calvino pregava o Novo Testamento; à tarde, o Novo Testamento e os Salmos; e, em semanas alternadas, pregava o Antigo Testamento todas as manhãs da semana. Servindo-se desse método consecutivo, Calvino pregou quase todos os livros da Bíblia.” (pp. 97-98) 3. A pregação de Calvino era direta em sua mensagem. “Quando expunha as Escrituras, Calvino era notoriamente direto e centrado no ensino principal. Ele não iniciava sua mensagem com uma história cativante, uma citação estimulante ou uma…
16 de agosto de 2013
IgrejaTeologia

Pregando Cristo Firmados no Antigo Testamento

“E Paulo... disputou com eles sobre as Escrituras, expondo e demonstrando que convinha que o Cristo padecesse e ressuscitasse dentre os mortos. E este Jesus, que vos anuncio dizia ele, é o Cristo.” – Atos 17.2,3 Raramente os pregadores têm dificuldade em pregar baseados no Antigo Testamento – mas pregar Cristo com base no Antigo Testamento pode ser uma questão diferente. Não obstante, foi exatamente isso que Paulo fez quando chegou a Tessalônica, como o versículo acima impresso deixa claro. Naturalmente, o Antigo Testamento contém muitas passagens explicitamente “messiânicas” – isto é, elas fazem inequívoca referência à vinda de Cristo. Isaías, capítulo 53, é provavelmente o exemplo mais conhecido, mas há muitos outros. Ninguém tem problema em pregar Cristo baseado em tais passagens neotestamentárias. A dificuldade está em conseguir uma interpretação cristológica geral e coerente do Antigo Testamento – uma interpretação na qual todas as Escrituras do Antigo Testamento sejam vistas como um testemunho de Cristo e sejam entendidas em consonância com isso. Há dois pontos a considerar: em primeiro lugar e fundamentalmente, deveríamos buscar tal interpretação de qualquer forma? Em segundo lugar, se devemos, como podemos, na prática, encontrar Cristo em todas as Escrituras? “Icebergs” ou ilhas? Neste capítulo…
18 de janeiro de 2012
Academia Monergista

Pregação simples e honesta

Antes, renunciamos aos procedimentos secretos e vergonhosos; não usamos de engano, nem torcemos a palavra de Deus. Ao contrário, mediante a clara exposição da verdade, recomendamo-nos à consciência de todos, diante de Deus. (2 Co 4: 2 – NVI)
31 de março de 2011